Como descobrir se o domínio propagou

Como descobrir se o domínio propagou

Uma dúvida bastante comentada entre boa parte dos Webmasters quando  mudam de host (serviço de hospedagem): é em relação à propagação do DNS.

Quando a mudança de DNS é realizada para um novo servidor é normal que o site ainda continue sendo acessado pelo servidor antigo.

Isso ocorre porque leva certo tempo para que o cache dos servidores de DNS sejam atualizados. Normalmente em um período de 24 horas a 48 horas.

Como sei quando um domínio é propagado?

A propagação de um DNS pode ser um processo lento dependendo dos servidores de DNS do seu provedor de internet, chegando em média a demorar até 72horas para finalizar.

Para você identificar se o seu domínio já foi propagado é bem simples. Basta você clicar no seu botão iniciar do Windows,  acionar o “executar” e digitar cmd ou (tecla de atalho logotipo do teclado + R).

Agora digite o comando ping www.seudominio.com.br

Agora é só você verificar qual endereço IP ele está disparando os pacotes. Veja se o número bate com o endereço IP disponibilizado pelo seu novo servidor de hospedagem.

Outras alternativas para você consultar se o domínio já está propagado é acessando os seguintes endereços:

www.whatsmydns.net

www.intodns.com

 

Nosso cérebro não acompanha o avanço da tecnologia

Nosso cérebro não acompanha o avanço da tecnologia

Um futuro melhor é o desejo da maioria das pessoas, mas poucos são aqueles que tomam uma ação concreta para conseguir o objetivo. É exatamente sobre a necessidade de adotar práticas relevantes no presente que a futuróloga e cofundadora da agência de consultoria Diip, Camila Ghattas, falará na conferência “.Futuro | Rio”, que acontece nestas quinta e sexta-feira (17 e 18) no Hotel Prodigy Santos Dumont, próximo ao aeroporto, no Rio. O evento reúne especialistas de diversas áreas para falar sobre a influência da tecnologia na sociedade.

O que é a futurologia?

Quando pensamos em futurologia, é importante considerar a capacidade que temos de construir futuros melhores. Para que isso seja possível, temos que começar a fazer algo já. As pessoas associam o futuro a previsão. Muitos me perguntam: o que você prevê? Na verdade, isso depende da nossa habilidade de construir o agora. A futurologia é uma ciência que tem a habilidade de ensinar as pessoas como devem agir agora para criar o futuro que querem.

utilizamos a tecnologia disponível?

A tecnologia se desenvolve em escala muito maior do que o nosso cérebro consegue acompanhar. Quando falamos em “nanobots” (nanorrobôs), a primeira afirmação é que isso nunca vai ser possível. Mas as pessoas pensavam o mesmo sobre o celular. Não é só quem tem dinheiro que tem acesso à tecnologia. Temos que entender a tecnologia de forma mais ampla, como um processo de evolução.

Como as tecnologias podem ajudar, por exemplo, a solucionar a crise do Rio?

É uma questão política, social, econômica. A tecnologia em si não tem a capacidade de salvar ninguém, é o rumo que se dá a ela que pode fazer isso. Há várias empresas que conseguem prever uma situação por meio de algoritmos, como um ataque ou um roubo, e evitá-la. Flexibilidade e adaptação são características que o digital trouxe que se incorporaram ao nosso DNA e à nossa forma de pensar.

Quais os riscos que a tecnologia pode trazer?

Sou positiva. Assim como as pessoas perguntam “e se Hitler tivesse domínio sobre a inteligência artificial”, eu pergunto de volta: e se Gandhi tivesse? Acho que a gente tem que ter cuidado com algumas coisas. A questão da privacidade é muito discutida. Cabe às empresas serem responsáveis pelas informações que coletam, porque são dados muito sensíveis e que não devem ser usados para fins individuais.

Quais os limites éticos do uso dessas tecnologias?

Até 2029 teremos um computador com mesmo nível cognitivo que um cérebro humano. Em 2045, será o momento em que apenas um computador terá mais capacidade que todos os cérebros juntos na Terra. A tecnologia não está contra a gente. Existem muitos limites éticos, e por isso a transparência tem sido cada vez mais um assunto em pauta. É preciso ficar claro o que eu estou dando de informação e o que estou ganhando em troca.

A corrida tecnológica pode acentuar desigualdades?

A disparidade tem diminuído por conta da tecnologia. Hoje, mesmo aquelas pessoas que não sabem ler e escrever estão no WhatsApp, porque lá podem mandar áudio, foto, vídeo. Caminhamos muito mais para um mundo de abundância que de escassez.

Entrevista